terça-feira, 31 de dezembro de 2013

By: Lúcio Rios

Tu tens um medo:
acabar
Não vês que acabas
todo dia
Que morres no 
amor
Na tristeza
Na dúvida
Na desejo
Que te renovas
Todo dia
No amor
Na tristeza
Na dúvida
No desejo
Que és sempre o
mesmo
Que morrerás por
idades imensas
Até não teres medo
de morrer



E então serás 

eterno.

Sem palavras

Ando sem muito tempo para escrever, talvez não seja nem a falta de tempo, talvez, seja a falta do que escrever realmente, falta inspiração, falta palavras, o sofrimento já não me inspira, a alegria também não, talvez, acho que eu devo ficar longe por um tempo, mas, voltarei a escrever em breve.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Balanço de fim de ano

Todos fazem sua retrospectiva mental do que viveram ao longo do ano, o balanço final para fechar as contas,as coisas boas e as coisas ruins que aconteceram e blá, blá, blá...
A vida dela ao longo desse ano, foi mais ou menos assim:
Logo no comecinho, ela encontrou uma pessoa bem legal, que gerou nela um sentimento fora do comum, mas, ela não foi correspondida, e isso destruiu sua vida calma e tranquila, acabou com toda a sua "paz", e o seu coração foi estraçalhado pela primeira vez.
Ela estava se recuperando, até que de repente, quebraram seu coração, de novo. Mais uma vez ela sofreu, até que aprendeu a transformar o seu sofrimento em uma coisa "positiva"
Perdeu amigos, confiou em quem não deveria, e quebrou a cara, centenas de vezes, no mesmo ano.
Mas, algumas poucas amizades, continuaram com ela, e encontrou uma outras amizades.
A vida dela melhorou um pouquinho de um lado, já não está tão sozinha, já não sofre, já não odeia tanto o impiedoso e malvado amor, por que alguém, especial cruzou o seu caminho, porém, o coração cheio de cicatrizes e arranhões, já meio petrificado, um tanto frio, jamais voltará a ser aquele que era antes, por que os fantasmas da sua memória, não deixarão isso acontecer,  mas, de resto continua tudo igual, ou talvez tenha mudado, e piore muito no próximo ano.
Em fim, a diferença é que as outras pessoas, começam a fazer planos para o ano novo, e daí vão acumulando frustrações, por verem os anos começarem e acabarem, e perceberem que seus planos não sairam do papel, e vão acumulando mais planos, criando mais espectativas, e novamente se frustrando, no fim, se vêm em uma cama de hospital, à beira da morte, ou prontas para pular de uma ponte, se vêm com a corda no pescoço prontas para se dependurarem, se enforcarem. No fundo, tudo o que elas queriam era viver, serem felizes, e não foram, estavam ocupadas demais procurando a tal felicidade, ocupadas demais fazendo planos de vida, tanto que a vida passou, e elas nem viram, jogaram suas vidas foras, tudo o que conseguiram foi um imenso pote de nada.
Por isso, ela não cria espectativas, não mais, e vai continuar lutando para que isso não aconteça.
O que vier de bom, é lucro, o que vier de ruim, serão apenas coisas ruins.

100

Wow! Hoje completei 100 post aqui no blog, isso é bom, em se tratando de alguém que achava que não conseguiria escrever nem 20, pois bem, com esse post, são 101, isso é algo tão bobo, mas, sou grata as pessoas que sempre lêem e compartilham os post, e principalmente as minhas amizades, uma amiga em especial, que sempre me dá uma força. ^^

Ausência

Mais uma vez, estivera ausente
Mais uma vez, está ausente
Ausente de si mesma
Não sabe aonde se perdeu
Talvez em uma das florestas escuras
Que cresceram sua mente
Está presa em um labirinto de memórias
Repleto de lembranças que
Agora já não amargam tanto
Já não machucam tanto
Mas ainda está perdida em suas confusões
Em seus medos bobos
Se afogando no mar da desconfiança e da angústia
Por isso talvez não esteja perdida
Talvez ainda fuja
Fuja de si mesma o quanto pode
Para o mais longe possível
E por hora, não pretende voltar.



domingo, 22 de dezembro de 2013

O show de rock

Anderson era um jovem muito bonito, inteligente, e adorava rock, era a sua maior paixão. Ele curtia vários estilos de rock, desde o metal ao pop rock, e estava bastante animado para ir a um show da banda Slipknot, uma das suas bandas favoritas.
O show aconteceria no dia 05 de agosto, data do seu aniversário de 18 anos, e ele iria com seus amigos. Era o seu primeiro show de rock, ele mal poderia esperar. Anderson ganhara uma semana de folga, e o show seria na terça, isso era perfeito.
Finalmente chegou a data tão esperada, ele vestiu-se, jeans Levi's escuro, camiseta da banda, boné da New York, e tênis All Star, pegou as chaves da moto e saiu, iria até a casa de um dos seus amigos, que ficava a poucas quadras do local do show, e de lá eles iriam.
Foram uns dos primeiros a chegar, mas, não demorou muito, o show começou.
Foi um show incrível, uma multidão vibrava, pulava, cantava, ao som da música "Wait and Bleed", e de tantas outras músicas.
O jovem rapaz adorou, não queria que chegasse ao fim, infelizmente, chegou. Mas, ainda assim, estava satisfeito, aquele fora o primeiro, de muitos shows de rock em que ele iria ao longo da sua vida.
Anderson voltou a casa do amigo, para pegar a moto que deixara na garagem, despediu-se dele e saiu, não bebia, e vinha em uma velocidade média, afinal não queria que aquela noite terminasse de maneira trágica.
Algum tempo depois, já estava no portão da sua casa, seus pais haviam viajado, mas, sabiam que ele era um jovem muito responsável, então, deixaram que ele tomasse conta da propriedade enquanto estivessem fora.
Ele colocou a chave na fechadura do portão, mas, antes de girá-la, notou que ela estava lá.
Havia aparecido do nada, uma bela jovem, olhos escuros, cabelos negros, Anderson não sabia quem era, nem por que estava na rua àquela hora da madrugada, sozinha.
— Quem é vc? 
Ele perguntou.
— Não precisa saber meu nome jovem rapaz.
Ela respondeu sorrindo.
— Não deveria estar na rua sozinha a essa hora garota, é muito perigoso.
— Eu não tenho medo, vc é quem deveria temer
— Eu? Porquê?
— Porquê nós estamos a solta, somos muitos, a procura de vítimas, presas fáceis.
Dizendo isso, ela locomoveu-se rapidamente e sentou-se no banco da moto de Anderson, estacionada na calçada.
— Vc é a minha vítima da noite, acredite se quiser, sou uma vampira, estou sedenta, e vou atacá-lo.
Elas levantou-se e foi lentamente em direção a ele.
— Não tenho de vampiros, não tenho medo de vc.
Anderson disse-lhe. Depois puxou a gola da camisa, deixando seu pescoço à mostra.
— Que bom saber disso, és muito corajoso, não vou matá-lo, vai ser rápido.
O rosto da misteriosa garota, transfigurou-se rapidamente, seus caninos pontiagudos apareceram, suas pupilas se dilataram e de negras, passaram a ter um vermelho intenso.
Ela cravou seus dentes no pescoço do rapaz, exatamente em sua veia jugular, onde o sangue pulsava, quente e suculento. Depois, desapareceu na escuridão. 
Anderson abriu o portão da sua casa, destrancou a porta, e subiu as escadas cambaleando até o seu quarto. No dia seguinte, acordou com muita dor de cabeça, mas, não se lembrava do que acontecera, apenas de que tivera um sonho, estranho e confuso.Levantou-se e foi até o banheiro, lavou o rosto e ao olhar-se no espelho, percebeu duas marcas, na verdade, cicatrizes em seu pescoço, então percebeu que não havia sonhado, aquilo fora real.
Aproveitou o restante da semana tranquilamente, depois, voltou ao trabalho e a faculdade, seguiu sua vida, mas, esperava um dia, quem sabe, reencontrar aquela garota, talvez, ao voltar de mais um show de rock.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Imagem do dia


O estranho

Era dia 14 de Dezembro, um sábado, Victória havia ido ao centro da cidade, para fazer compras, no início da tarde, mas, logo ela retornou, pois uma grande tempestade havia se formado rapidamente, decidiu que, terminaria de fazê-las no dia seguinte.
No caminho de volta, relâmpagos iluminavam tudo, seguidos por trovões altíssimos, e ventos que chegavam a destelhar as casas.
Assim que passou pela porta, a chuva começou a cair. Victória nunca vira uma tempestade tão forte, seus pais estavam viajando e ela estava sozinha em casa, mas, ela não ficou assustada.
Quando a chuva diminuiu, já era noite, havia ido ao quintal da casa para ver os danos que a tempestade causara, quando um raio gigantesco cortou os céus e caiu em meio ao campo, nunca um raio tão forte havia caído, não ali, tão próximo. Ela percebeu algo no lugar onde o raio caiu, talvez fosse um animal, uma árvore, ou uma pedra. Em meio à escuridão, não conseguia distinguir, então, ignorando as normas de segurança para dias de tempestade,Victória saiu correndo na chuva, em direção ao local onde o raio caíra.
A princípio, ela confirmou que era um animal, mas, estava enganada, quando se aproximou mais um pouco, pôde ver bem, era um corpo humano, um rapaz. Estava coberto de lama, algumas penas enlameadas estavam grudadas no seu corpo e espalhadas ao redor, e estava desacordado.
Talvez aquele rapaz, que aparecera do nada, estivesse morto, Victória pensou. Resolveu verificar, ele estava respirando, e tinha pulsação ainda que muito fraca, pôde notar também, que ele estava sangrando, estava ferido. Ela decidiu ver qual era a gravidade do ferimento, com muito cuidado e um pouco de dificuldade, conseguiu virá-lo de costas, e qual não foi a sua surpresa, ao ver que ele possuia dois enormes e profundos cortes, que se uniam  nas extremidades inferiores, formando um "V". Haviam mais penas dentro dos cortes.
Ela não acreditava em coisas sobrenaturais, mas, naquele momento, um pensamento invadiu sua mente, aquele rapaz, só poderia ser um anjo. Porém, Victória não sentiu medo, ela decidiu que o ajudaria, não deixaria que ele morresse, seja lá quem ele fosse.
Bem, ela ainda não sabia, mas, tinha razão, o estranho, era Daniel, um anjo que fora expulso dos céus, e, a presença dele, mudaria a sua vida.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A formatura

Lindsay acabara de concluir o ensino médio, e estava à espera do dia da formatura, ela não estava muito ansiosa, nem contente com isso, afinal, não possuía amigos, sua mãe estava doente, e ninguém da sua família iria acompanhá-la, mas, ainda assim, decidiu participar.
 A formatura aconteceria no dia 13 de Dezembro, uma sexta- feira, alguns colegas ficaram receosos com o fato da formatura ser esse dia, por que, diziam as lendas que Sexta-feira 13, sempre era um dia amaldiçoado, porém, os organizadores da cerimônia e do baile, não eram supersticiosos.
Lindsay acordou pela manhã, para ela, uma manhã perfeita, o dia estava completamente nublado, e uma tempestade daquelas ameaçava vir. Ela adorava tempestades.
À noite chegou, Lindsay vestiu seu vestido azul, que ela mesma desenhara, colocou a beca vermelha e o chapéu de formatura que detestara, não gostava muito de maquiagens, e não era muito vaidosa, então, passou apenas o básico, sombra, rímel e um gloss, soltou os cabelos e saiu.
A cerimônia ocorreu tranquilamente, depois, todos se dirigiram ao vestiário, para retirar as becas, retocar maquiagens, e se prepararem para o baile que começaria logo em seguida.
Ao chegar no ginásio, o DJ logo começou a tocar, todos caíram na pista, menos Lindsay, ela não tinha par, odiava música eletrônica e odiava dançar, não via sentido naquilo, ela queria ir para casa, queria ir para qualquer lugar, menos ficar ali.
A tempestade finalmente chegou, e isso fez Lindsay ficar um pouco mais feliz, relâmpagos e trovões, cada vez mais fortes, mas, seus colegas não se importavam, só queriam beber e dançar. De repente, as luzes começaram a piscar, sem parar. Todos ficaram assustados, mas, alguns minutos depois, o problema se estabilizou, tudo voltara ao normal, até que corpos começaram a despencar do teto.
O terror tomou conta, ninguém acreditava no que estava acontecendo, Marcie, a garota mais popular do colégio, agora estava sem coração, caída sobre a mesa em que havia a tigela de ponche, metade do corpo de Johnny, o jogador de Basebol mais belo do time, caíra sobre a mesa de som do DJ, a diretora teve sua cabeça arrancada, e outros corpos também surgiram, era como se houvessem sido atacados por muitos leões famintos. 
O cheiro sangue tomou conta do local, o líquido vermelho e vital, se espalhara por todo todo salão, as pessoas corriam desesperadas tentando fugir, mas, as saídas estavam trancadas, estavam engaiolados, juntamente com a morte, seja lá quem fosse ou, o que fosse responsável por aquilo, pretendia continuar. Apesar de tudo, Lindsay se sentia tranquila, continuava sentada em uma das cadeiras, sempre estivera à espera da morte, desde a infância, o terror, não a assustava, a fascinava. Ela observava tudo, e até se divertia com a situação, era como se estivesse assistindo a um filme comum, até que alguém pôs a mão em seu ombro, ela se virou, e se deparou com uma criatura intrigante, os olhos eram amarelos, os dentes se pareciam com presas de um tubarão, seu corpo era coberto de pelospossuía garras enormes, era bípede, talvez fosse um lobisomem, ela pensou, mas, não era. 
A criatura fitou-a por mais algum tempo, olho no olho, Lindsay achou que havia chegado sua hora, mas, depois, aquele ser a saltou em uma velocidade incrível, e começou a matar todos, enquanto a garota assistia tudo atentamente. 
Após ceifar a vida de todos os presentes, voltou-se novamente para Lindsay, levantou um dos braços, preparando-se para matá-la, mas parou bruscamente, e ficou admirando a garota, olhou-a bem no fundo dos seus olhos, ficaram ali, por um tempo, depois a criatura se foi, desapareceu, como fumaça que se dissipa com o vento. 
A garota era a única testemunha de tudo, e logo a polícia chegaria, mas, não acreditariam nela, então ela não ficaria ali para esperá-los.
Lindsay foi para casa, tomou banho, deitou-se e dormiu tranquilamente, como se nada tivesse acontecido.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

"Suicídio" by: Venon

Perdida em meus pesadelos
Vagando sozinha na noite
Com meu pobre e sombrio coração…
Nuvens negras cobrem o céu
Ouço vozes a cantar uma suave e doce melodia
Vejo anjos a voar sobre o triste céu negro e sem vida
Sinto uma leve brisa no meu rosto…
E em fim as últimas batidas de um coração cansado de tanto sofrimento…
O sangue corre entre minhas mãos…
Perdoe-me, mas tenho que partir."


Camile

A um ano atrás, Camile era uma garota feliz, ela vivia em paz, e tinha uma família, uma segunda família, a quem adorava ver todas as noites. Porém, mal sabia ela, que sua vida se transformaria em um filme de horror, no qual, aquilo que ela considerava fundamental, seria o responsável pelo caos em que sua vida se transformaria.
Camile se apaixonou, sim, loucamente apaixonada, daria a vida por ele sem pestanejar, sem pensar, faria de tudo. Até aí, uma história mais do que normal, uma adolescente apaixonada, Camile era diferente, nunca havia sequer sido beijada aos 17 anos, era sonhadora demais, doce demais, tímida, e se apaixonou facilmente por um rapaz misterioso, que ela achava incrível. A história começou a mudar, quando ela, cega por aquele sentimento, resolveu pedir ajuda daquela que ela considerava sua melhor amiga, ela nunca havia feito aquilo antes, já havia se apaixonado outras vezes, mas sempre guardara para si. A inútil Camile foi mais longe, decidiu se declarar.  E foi a partir desses dois grandes erros, que a sua vida se tornou um inferno.
Como já dar para imaginar, ela não foi correspondida, foi rejeitada e ignorada. Foi abandonada por sua tal amiga, friamente, foi traída. Perdeu-se em um mundo louco e confuso, não sabe mais o que fazer, como agir, tudo dá em nada, que a leva para outros pensamentos que se chocam, que resultam novamente em nada, tudo na sua cabeça vai e volta, se debate, doí,  pesa, amor, ódio, raiva. Passou a sofrer de transtorno psicótico.
As paranoias de Camile a destroem, faz ela se trancar em seu quarto e não querer sair. Ver a sua segunda família, tornou-se o pior dos castigos, é o que aciona a sua psicose, ela é obrigada a conviver no mesmo ambiente daqueles que causaram o problema, todos os dias, são sua kriptonita, a enfraquecem, causam reações incontroláveis. Ela foge delas, eles fogem dela, mas é inútil. Raiva, ânsia de vômito, repulsa, e a pior de todas, desenvolvem o seu lado psicopata e suicida. Camile quer acabar com a sua própria vida, mas também quer acabar com a vida deles, quer vingança, mas não sabe o por quê de vingar-se, quer matá-los, mas na verdade não há motivos justos e concretos, a alma dela quer, seu corpo pede isso, não sabe o porquê, mas quer fazer.
A garota que Camile era antes, ainda luta dentro da prisão onde a nova Camile a colocou, ela quer sair, mas, não consegue. Camile quer libertá-la às vezes, ela tenta ajudá-la, ela quer sair da cidade por um tempo, teme que ao retornar, tudo retorne, porém, sabe que se ficar longe da sua criptonita, poderá garantir um tempo de paz, e ilusória felicidade.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Rock

Muitas pessoas que eu conheço, odeiam Rock, e eu não entendo o motivo.
Quando pergunto o porquê de odiarem, elas dizem que "Rock é coisa do demônio!"
Sempre acho engraçado esse motivo, mais me aborrece o fato de que a maioria das pessoas que afirmam e reafirmam isso, nem sequer se deram ao trabalho de  pesquisar a origem do Rock, os tipos de Rock, nem muito menos as traduções de algumas músicas.
Sim, realmente, há algumas canções com apologias ao "cara lá de baixo", mas, poupe-me! Não são todas! Diria que são uma minoria.
No Rock, as pessoas expressam verdadeiramente o que pensam, os seus sentimentos. Há canções que são verdadeiras declarações de amor, outras, são protestos, algumas, são coisas bobas que nos deixam felizes. 
Assim como qualquer outro ritmo, há aquelas canções com xingamentos ou outras coisas. Mas as pessoas não generalizar. Há canções que são verdadeiras poesias, que tocam a alma, a maioria delas. 
Não é por que há uma banda ou outra assim, que todos são assim! Nem todos os rockeiros são drogados e rebeldes, essa história de sexo, drogas e rock n' roll, é bobagem! Trabalham, estudam, pagam suas contas, vivem dentro da lei, cuidam da sua vida! Assim como pessoas que curtem outros gêneros musicais
Só quero que elas não julguem alguém pelo seu gosto musical, nem por qualquer outra coisa. Afinal, a música que ouve, o jeito de se vestir, ou qualquer outra coisa, não definem, nem nunca definirão, o caráter e nível de bondade de alguém.
E cada um sabe aquilo que sente.

Esperando o fim - Linkin Park

"Esse não é o fim
Esse não é o começo
É só uma voz como uma revolta
Balançando cada melhoria
Mas você ouve o tom
E o ritmo violento
Embora as palavras pareçam firmes
Tem algo vazio dentro delas

Nós dizemos, yeah


Com os braços no alto

Como se estivéssemos nos segurando a algo
Que é invisível
Pois estamos vivendo à mercê
Da dor e do medo
Até morrermos
Esquecermos
Deixarmos tudo desaparecer

Esperando o fim chegar

Desejando que eu tivesse força para suportar
Não é isso que eu tinha planejado
Isto saiu do meu controle

Voando à velocidade da luz

Pensamentos giravam na minha cabeça
Tantas coisas que não foram ditas
É difícil deixar você partir

Eu sei o que é preciso para seguir em frente

Sei qual é a sensação de mentir
Tudo que eu quero fazer
É trocar essa vida por algo novo
Tomando posse do que eu não tive

Sentando em um quarto vazio

Tentando esquecer o passado
Isso nunca foi feito para durar
Eu queria que não fosse assim

Eu sei o que é preciso para seguir em frente

Sei qual é a sensação de mentir
Tudo que eu quero fazer
É trocar essa vida por algo novo
Tomando posse do que eu não tive

O que restou

Quando o fogo acabou
Eu achei uma boa sensação
Mas o certo era errado
Tudo apanhado no meio da tempestade
E tentando entender
Qual era a sensação de seguir em frente
E eu realmente não sei
Quais tipos de coisas que eu disse
A minha boca continuava mexendo
E a minha mente morreu
Juntando os pedaços
Sem ter por onde começar
A parte mais difícil do final
É ter de recomeçar

Tudo que eu quero fazer

É trocar essa vida por algo novo
Tomando posse do que eu não tive

Esse não é o fim

Esse não é o começo
É só uma voz como uma revolta
Balançando cada melhoria
Mas você ouve o tom
E o ritmo violento
Embora as palavras pareçam firmes
Algo se esvazia dentro delas

Nós dizemos, yeah


Com os braços no alto

Como se estivéssemos nos segurando a algo
Que é invisível
Pois estamos vivendo à mercê
Da dor e do medo
Até morrermos
Esquecermos
Deixarmos tudo desaparecer"

— Waiting For The End

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Dezembro... Ho-ho-ho

Muitas pessoas estão pulando de alegria com a chegada desse mês.
Dezembro é um mês qualquer! Que não me matem por afirmar isso! Bem, se quiserem... Aliás não, se quisesse morrer agora, eu mesma já teria feito isso. 
Você passa onze meses do ano, do maldito ano, só caindo e levando para cair novamente, sofrendo, sofrendo e sofrendo, e fingindo ser forte, tentando ser forte. Resumindo: Passa onze meses do ano sendo "fudido" pela sua vida inútil. Daí quando chega dezembro, junta toda sua força que já não é muita, abre um sorriso de orelha a orelha e se enche de esperança! Poupe-me! Você sabe, que tudo é apenas uma máscara de felicidade, que embaixo dessa máscara ainda está em pedaços, e que continuará da mesma forma quando dezembro passar, pior, suas espectativas bobas, vão gerar frustações, que só aumentarão a porcaria da dor insuportável que vc sente.
O ano inteiro sofrendo, e o pior, sofrendo só, por coisas que jamais terá, por acontecimentos que jamais entenderá. Vc acha realmente que montar uma árvore, decorar a casa, trocar presentes, fazer um presépio, encher a casa com imagens de um velhinho gordo vestido de vermelho vai acabar com isso? Acha que ver seus parentes, que só vão lhe visitar um vez por ano, por causa da ceia, ou nem vão, nem mesmo os verem, só se você ir até eles vai amenizar o sofrimento? Que cantar canções natalinas entediantes vai ajudar? "Jingle bells, jingle bells..." ♪♫ "So, this is christmas..." ♫♪  hahahahahahahahahahahahahaha 
Eu tenho a resposta: NÃO VAI! 
Ho-Ho-Ho... Lamento informar mas: VOCÊ ESTÁ COMPLETAMENTE ENGANADO! Ou será que nunca percebeu?
Não percebeu que todos os anos sempre é a mesma coisa? Esperanças inúteis, perspectivas inúteis, planos que se renovam, mas que nunca saem do papel? Aposto que sente tudo isso, que faz todos esses planos né? Pois é, deixa eu te mostrar a real:
Aquela pessoa que você ama, ou se ilude que ama, mas que não gosta de vc e pisa em seu coração? Quer esquecê-la né? Não vai conseguir por causa de sua promessa!
Aquela esperança de que esse ser se apaixone por você? Isso raramente acontece, e não vai acontecer só por que é Dezembro ou por que um novo ano vai começar.
Aquela paz que tanto procura? Não vai conseguir só por que vestirá branco dos pés a cabeça.
Quer emagrecer? Feche a boca! Não deposite suas esperanças no próximo ano.
A ceia de Natal? Todos em volta da mesa, apenas engordando ou rindo escandalosamente, só faz você se sentir um E.T.! Acredite, fingir-se feliz, é inútil! No final, só você e o coitado do peru que foi degolado e recheado com farofa sofrem!
Troque as canções Natalinas por um bom Rock, ou por seu ritmo favorito!
Aquela história clássica do nascimento que contam em volta da árvore desde antes do Brasil ser descoberto? Se você não a decorou ainda. Se mate!
Em fim, se não está bem o ano inteiro, para que obrigar-se a ficar bem, fingir estar bem no fim de ano, se depois voltará a ser um zombie sombrio e solitário da mesma forma, e tudo vai voltar umas duas vezes pior quando as festas e comemorações passarem?
Se não está vivendo desde o ínicio do ano, se apenas sobrevive, se apenas existe... Não finja viver! Não tente viver apenas neste, ou apenas em outros Dezembros.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Sei lá!

Não te amo
Não mais
Já te amei eu sei
Mas, agora é ódio
Puro ódio
E se não for
Está se esgotando
As últimas gostas de amor que ficou
Porém
Não sei por que
Ainda tenho essa mania
Essa mania boba
De me importar com vc
Acho que deve ser
Por que a gente de certa forma
Sempre se preocupa com quem odiamos
Não sei, e não me importo
 Eu quero mais é que se dane
Que morra!
Que se exploda!
Que se transforme em cinzas!
Sei lá...
Quero que suma da minha vida
Que o fantasma da tua face
Grudada em minha lembrança
Pare de me atormentar

Quero ser sua assassina

Esse é meu desejo
Quero te matar
Esse pensamento me excita
Ver o teu sangue a jorrar

Abrir o teu peito

Ter o teu coração em minhas mãos
Ainda batendo, ainda pulsando
É tão agradável imaginar a sensação

Teu corpo se desfalecendo

Teus olhos negros se fechando
Teu último suspiro
O cheiro do teu sangue exalando

Mas, talvez

Eu só te enforcasse
E não estragasse um corpo tão belo
Ou, quem sabe eu te envenenasse

Seria um momento só nosso

E um prazer todo meu
Mas, ainda falta coragem
Para dizer-te adeus.








Erros...

Todos dizem que os erros fazem parte da vida, mas, eu odeio cometer erros, meus erros para mim são imperdoáveis. Não sou a senhorita perfeição, mas, as minhas falhas convivem comigo, me torturam por anos, por menores que sejam.
Daí quando fico puta da vida por ter errado algumas coisa, as pessoas vêm me dizer: "Errar é humano!"
Eu sei que errar é humano, a humanidade é um poço de erros sem fim, e é justamente pelo fatos de os erros fazerem parte da natureza humana que odeio errar. 
Bem, eu sou humana, e isso já é ruim o bastante, por que tenho fraquezas bobas, medos bobos, sentimentos bobos. Coisas que são inevitáveis, para um humano.
Infelizmente, tenho que aprender a não dar tanta importância às minhas falhas, por que sei que sempre vou falhar, sempre, sou um fracasso em pessoa, engraçado, uma fracassada que não gosta de errar. 
Alguém que odeia erros, mas que vive perdoando os erros que as pessoas cometem e que a prejudicam. Chega a ser meio irônico isso!
Mas, culpo essa tal humanidade que existe aqui dentro. Em fim, só tenho que aprender a conviver com as assombrações dos meus erros. 

domingo, 1 de dezembro de 2013

Aviso

Como podem perceber, não tenho postado nada ultimamente, o tempo tá curto aqui, adoro escrever no blog, mas, tenho compromissos com a música, com a orquestra onde toco, e tem a formatura tbém. Além disso, preciso reorganizar minha mente, tá tudo meio bagunçado aqui...
Volto a postar assim que possível.