terça-feira, 30 de setembro de 2014

Eu não vou com a cara dela

Oi Marina!
Eu finalmente decidi escrever algo para vc depois desses dias todos.
Não, não se preocupe, eu não matei ninguém, ainda.
Vc sabe que adoro matar jovens rapazes.
Kkkkk
A sua professora de Filosofia acabou de citar um exemplo: "Matar é errado!". kkkkkkk
Matar nunca foi errado para mim, matar sempre foi divertido. Em fim, voltando, vc sabe que adoro matar jovens rapazes, mas, tem uma garota que me tira do sério.
Não, eu não tenho nenhuma atração por ela, longe de mim, vc sabe muito bem que eu não sou lésbica, que eu gosto mesmo é de... Em fim, ela nunca me prejudicou em nada, mas, não vou com a cara dela, implicância talvez, mas  não, não é implicância, vc sabe que sempre tenho razão à respeito das pessoas. O fato é que ela me lembra aquela vadia que te prejudicou e vc não me deixou matar. Elas se parecem muito, não fisicamente, mas, a personalidade é quase igual.
Eu não vou matar ela agora, eu sei que você é amiga/colega dela e não vai deixar, eu só te escrevi para dizer que estou controlada ultimamente, bem quieta, vou ficar assim por um tempo. Sem matar. Por vc. Você quer tentar ficar bem, ser feliz. Não atrapalharei vc, mas, vc já sabe quem é minha próxima vítima, não, não é a garota, é aquele cara que já te machucou quatro vezes, e continua te machucando, aquele músico imbecil, está com os dias contados, basta te magoar de novo.
Te adoro...
Sua anjo, Nina.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Relato

Eu não sou o tipo de garota comum, dessas de amizade colorida, eu me iludo fácil, e sou completamente doida e paranóica. Ao mesmo tempo em que sou medrosa, careta e sonhadora. Não dá pra ser diferente.
Eu acreditava que me casaria com o cara q eu desse o primeiro beijo, e essa coisas de conto de fadas. No fundo sempre acreditei q pudesse existir um para mim. Eu simplesmente não consigo ser  diferente, ser como as garotas que te conquistam, que saem, que ficam, por que elas me parecem piriguetes, sempre parecerão, mesmo que só eu as veja assim. Sabe, eu sei q esse meu jeito afasta todo mundo. Mas, se a solidão for o preço a ser pago por ser eu, se sofrer por falta de correspondência for o sacrifício. Eu aceito. Não quero ser igual, a verdade é essa e assim que vou ser, diferente o máximo possível.

Só mais um clichê de amor

Eu te amo.
Sei que já disse isso muitas vezes, aliás, já escrevi isso muitas vezes, tantas vezes que perdi as contas, me perdi em meio a tantos e tantos "Eu te amo!", que foram em vão, frase dita tantas vezes, e sugada tantas vezes para um lugar, onde não havia retorno, nem mesmo o som ecoava, frase que se perde e nunca retorna.
Eu te amo.
Uma simples frase de três palavras, que ficou no vácuo, assim, esquecido, ignorado.
Eu te amo.
Três palavras tão poderosas que podem matar, ou reviver, ou fazer viver e quase me matava de sofrimento e dor
Eu te amo.
Não me canso de dizer, mesmo que seja suicídio.
EU TE AMO.
Um grito em silêncio, que fica preso na garganta.
EU TE AMO.
Olhe nos meus olhos e verás que eu grito.
EU TE AMO.
Não posso gritar para o mundo, seria só mais um "Eu te amo" gritado em meio ao vazio.
EU TE AMO.
Teu coração é vazio, não está cheio de mim, então te amar não faz diferença alguma
EU TE AMO.
Grito em meio ao silêncio, digo através do olhar,
EU TE AMO.
Um "Eu te amo" cheio de mim, que estou repleta de ti.
Eu te amo.
Digo baixinho, através do olhar tímido que desvio sempre que olha para mim
Eu te amo.
É o que quero dizer a cada mensagem fria que te digo, a cada "bom dia", a cada "olá!".
Eu te amo.
EU TE AMO.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Daiane

Esse é um pequeno e singelo conto, escrito para apresentar a nova parceria do Fantasies, com Daiane Silveira, a dona do blog A Pequena e o Caleidoscópio.

Em uma cidade no sudeste do país, vivia uma garota chamada Daiane. 
E ela é a personagem principal dessa história.
Uma garota meio tímida, que vivia cercada por seus pensamentos, fazia parte de uma geração que se perdeu no tempo, uma geração de jovens que são bem diferentes dos demais jovens da geração perdida do século XXI. 
Trabalhava, estudava, escrevia, ouvia música, mas, não gostava muito de sair de casa.
Talvez esse fosse o perfil perfeito de uma psicopata, mas, não, Daiane não era uma psicopata, ela poderia ser considerada um anjo.
Ela sempre foi assim, com esse jeito, mas, ultimamente andava muito triste, pois seu namorado havia resolvido pedir um tempo. Garotas como ela, não mereciam passar por isso, até aí tudo bem, ela era uma garota diferente que estava sofrendo.
Daiane estava prestes a conhecer um cara chamado Arthur. Bonito, sedutor, um príncipe encantado talvez, um cavalheiro. 
Um belo dia Arthur entrou no local de trabalho de Daiane para pedir uma informação. Ao ver a garota, ele se apaixonou por ela, e é aí que a história que quero contar, realmente começa.
Arthur, aparentava ter uns vinte e cinco anos, cabelos negros, olhos azuis, pele branca. Realmente lindo. 
Mas, ele não chamou muito a atenção de Daiane que não estava com cabeça para prestar atenção nele, que era o recém contratado da prefeitura, seria colega de trabalho dela. 
Arthur era gentil, um perfeito cavalheiro, e logo conseguiu a simpatia de todos, e a de Daiane também. Depois de uns dias ele a chamou para tomar um sorvete depois do trabalho, e ela aceitou, não havia nada de mau.
O tempo foi passando e ela começou a se apaixonar por ele, ele que se apaixonara por Daiane à primeira vista, estava muito feliz e ao mesmo tempo preocupado com isso. 
Arthur na verdade era um assassino de aluguel, contratado para matar o prefeito, e o seu prazo estava acabando. 
Ela sabia que se assassinasse o prefeito, ganharia milhões, mas, perderia Daiane, se contasse a verdade para ela, ela o abandonaria, o denunciaria, e ele teria que fugir, se não dissesse nada, e não assassinasse o prefeito, ele seria procurado e morto, ou pior, poderiam se vingar dele indo atrás de sua amada.
Arthur decidiu contar a verdade. Daiane não acreditou no que ouvira, não podia ser, ela não poderia estar apaixonada por um assassino.  E ela estava, completamente apaixonada, mas, isso não a faria deixar Arthur assassinar o prefeito, ela propôs que eles largassem tudo, e fugissem, correriam um risco constante mas, estariam juntos.
Arthur mesmo preocupado aceitou. Pediram demissão, juntaram todo seu dinheiro e foram para uma cidadezinha no interior do Texas, nos, Estados Unidos. 
Isso foi a cinco anos atrás. 
Daiane agora é costureira, Arthur comprou uma fazenda, eles têm dois filhos lindos e são felizes.
O passado sombrio do seu marido, Daiane não esquece, mas, prefere focar no presente, talvez um dia os fantasmas do passado venham à tona, mas por enquanto ela está feliz, uma felicidade que jamais imaginaria ter.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Migalhas

Vivo de migalhas de ti
Migalhas da tua atenção
Migalhas do teu carinho
Migalhas do teu tempo
Migalhas do teu cheiro
Migalhas!
E eu não consigo parar de aceitar as migalhas que tu me dás.
Eu, pobre passarinho feio que não sabe voar, à espera das tuas migalhas.
Enquanto tu se dás por inteiro às galinhas
Triste fim para mim, morrerei te desejando
Por que só migalhas de ti não me alimentam.

Não dá

Já saquei qual é a tua cara. Você só voltou a falar comigo por que sou tipo uma reserva, uma menina boba que sempre está só e carente e que sempre acaba caindo na sua de novo. Sim, eu gosto de vc, mais do que deveria, mas, isso não lhe dá o direito de brincar com meus sentimentos dessa forma, até por que eu nunca brinquei com os seus, sou muito burra, vc me disse que iria se casar e q sua noiva não queria q falasse comigo, aí vc me bloqueia e some, depois sei lá por que raios está aí na fossa, sofrendo ou sei lá o que, e vem falar comigo, me fazendo de prêmio de consolação. Mas, eu não sou, não sou e nem muito menos sirvo de reserva, nem quero ficar com o lixo dela, muito menos dela. Se vc quiser fazer o favor de parar de me fazer de reserva ou de prêmio de consolação eu agradeceria. Não sou pneu de step. Eu ainda sonho com príncipe encantado e toda essas coisas, não sou umazinha qualquer não. Se toca mané. Se bem que depois de tanto sofrimento, já não sei nem mesmo quem sou. Só sei que eu quero encontrar um amor, e me casar e ter filhos, e toda aquela coisa romântica dos filmes, apesar dessa aparência de mente aberta, eu penso como alguém de séculos atrás. Só tenho medo de magoar pessoas, e costumo agir conforme o que sinto. Por isso as vezes posso parecer fácil para vc ou sei lá, me esquece. Some da minha vida.
Não quero ser sua amiga, por que não dá para ser amiga de alguém que gostamos mais do que o necessário, e essas amizades de hoje, essa coisa que mal dá para distinguir, esse negócio de amizade colorida, de ficar, sem compromisso e blá, blá, blá, não é para mim. É por isso que talvez eu fique sozinha para sempre, e com pouquissimos amigos homens, por que não dá, sempre vou confundir as coisas e gostar mais do que deveria. Por favor, para com isso. Ou seja meu amigo mas, sem essa melação, ou seja meu amor, ou some da minha vida, me esquece, como eu disse antes.

sábado, 20 de setembro de 2014

Declaração

Eu te amo
Não consigo viver sem você
E nunca consegui te esquecer
Eu não tenho forças para lutar contra ti
Mesmo com tudo que você faz
Estar longe de você é um pesadelo
Fico desejando nós dois juntos para sempre
Sem ela, sem mais ninguém
Só eu, você e o amor
Fico desejando você não viver sem mim
Fico desejando você grudado em mim
Fico desejando você me dando toda a atenção do mundo
Eu te amo
Eu te amo e fico desejando que você me ame
Mas, é inútil desejar
E seria inútil escrever ou dizer essas palavras para ti
Por isso as escrevo aqui
Por que sei que não sou importante o bastante para você
Por isso as escrevo aqui
Por que sei que nunca se dará ao trabalho de abrir o meu blog voluntariamente
Por isso as escrevo aqui...

Na escuridão

Sem luz
A energia elétrica se foi, só restou a escuridão. A lua ainda não aparecera, resta somente eu, o belo céu estrelado, o celular e uma vela. Tudo em volta é escuridão. Gosto quanto acaba a luz, céu estrelado, silêncio, apenas o barulho do vento, sempre penso em vc quando não há luz. Em vc e em alguém, me sinto bem sozinha, mas ás vezes é ruim, o céu fica tão romântico, e eu não tenho ninguém.
Quero alguém para me abraçar e observar o céu sem me soltar, declarações de amor e beijos apaixonados, e todo esse clichê, dois amantes completamente loucos, duas almas que formam uma só.
Enquanto não posso realizar esse sonho, devaneio solitária perdida olhando as estrelas.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Ele não presta

Hey, anjo
Você não presta
Você veio para bagunçar minha vida
Você some do nada
Você diz que vai casar
Você me despreza
Você volta depois de um tempo
Você me pede perdão
Você diz que quer me beijar
Você me deixa sem ação
Você me desarma, me amarra, me coloca na palma da sua mão
Você sabe que seu jeito cafageste me irrita
Você sabe que jeito torto me seduz
Você sabe que seu jeito meigo me excita
Você sabe e sabendo disso me induz
Você me induz a correr atrás de ti
A mendigar a sua atenção
Você me induz a te querer
E induzida nunca digo não
Você sabe que um dia isso acaba
Você sabe que um dia eu vou te esquecer
Queira os céus que o dia chegue a tempo
A tempo antes que eu mate você.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Vácuo

Eu odeio quando puxo assunto com alguém, ou quando alguém puxa assunto comigo, e simplesmente a pessoa para de falar ou de responder mensagens, e me deixa em uma espera eterna por feedback, ou melhor, me deixa no chamado vácuo. Porra, será que meu papo é tão ruim e entediante assim? Será que eu sou tão desinteressante e não tenho nada de bom que agradem a elas. Eu odeio ficar sem responder as pessoas, sem dar atenção a elas, e elas pelo contrário não dão a mínima para mim. Nossa. Vão se danar vcs todos que fazem os outros ficarem esperando por resposta, isso é uma puta falta de educação sabia? E pior, nem pedem o mínimo de desculpas por deixarem a pessoa esperando.
Pelo menos avisem: "olha, eu vou parar de responder as mensagens, tchau, imbecil."
É isso aí, por um mundo mais justo onde a demora de feedback e a falta de justificativa plausível não existam. :(

terça-feira, 2 de setembro de 2014

De volta à ativa

Essa é uma obra e ficção com meras referências à realidade

Olá minha Doce Marina

Como vai você??

Nunca mais falou comigo, me senti abandonada sabia?
Prometi a mim mesma que não lhe escreveria novamente, mas, eu te amo...
Tenho tido alguns problemas, voltei a brincar com pessoas.
Eu prometi a vc que pararia, eu juro que parei... Mas, aí vc foi para a Universidade nova, vc resolveu remexer o passado, desenterrar pessoas, e se machucou de novo, tive que voltar à ativa meu doce.
Fiz uma visita à universidade, pôxa, é um lugar muito bonito, especialmente à noite, aquelas árvores e campos enormes, chega a ser assustador, meio sinistro, em fim, perfeito.
Eu andava pelos lugares mais sombrios de lá, afinal, preferia uma presença discreta, vc sabe como as pessoas meio que estranham minha gloriosa presença naquele lugar, ao contrário de vc, eu chamo atenção mesmo sem querer chamar. Bom, lá estava eu caminhando tranquilamente e imaginando a facilidade que teria para entrar lá com uma arma e brincar de tiro ao alvo com alguns estudantes medíocres que se acham superiores, ou ainda aqueles que fazem a linha simpatia e popularidade, vc sabe que odeio pessoas assim, vc adoraria ser uma delas, eu não. Em fim, onde eu estava mesmo? Ah, sim, me lembrei! Lá estava eu caminhando tranquilamente quando derrepente avisto um grupo de estudantes bebendo vodka e sorrindo muito, nesse grupo havia um belo rapaz, me interessei por ele, e sim, ele seria minha companhia da noite.
Me aproximei deles e me perguntaram qual era o meu nome e se eu fazia algum curso lá, eu disse-lhes que me chamava Karina e que era caloura de Economia, bom, tive que usar o curso que vc faz e um nome fictício para uma estudante fictícia, foram os primeiros a vir em minha mente, por sorte, nenhum deles ela calouro do mesmo curso, o rapaz, aquele que eu te falei, se chamava Arthur era estudante de direito, pensei: perfeito! Eles me convidaram para se juntar a eles, e eu aceitei, já tinha um plano traçado em minha mente, vc sabe que sempre tenho planos e recursos para executá-los. Bebi uns dois copos de vodka pura, conversando e rindo, enquanto eles viravam, um, dois, três, quatro copos, na tentativa de ver quem resistia mais, kkkk, pobres tolos.
O tempo passou e até que uma das garotas completamente bêbadas começou a vomitar, então, os outros do grupo decidiram ir para casa, e levar a tal garota idiota. Eu disse que estava tarde e que estava sem carro, por que o meu estava em manutenção (vc sabe que não tenho carro, nem sequer sei dirigir), perguntei se ele tinha o número de telefone de algum taxista, mas, ele logo se ofereceu para me dar uma carona, e é claro que eu disse sim, se não fosse muito incômodo.
Lá estávamos nós no carro dele em direção a minha casa, mas, eu não o levaria à minha casa. O carro parou no sinal e eu lhe disse que tinha uma ideia melhor, irmos para a casa dele, ele virou-se para mim com uma expressão maliciosa e disse: "tudo bem mocinha, seu pedido é uma ordem".
Quinze minutos depois estávamos na casa dele, mal abrimos o portão e ele veio para cima de mim, seria muito fácil dessa vez, pensei. Deixei que ele me beijasse e que tirasse minha blusa, arranquei a camisa dele também, e quanto percebi que ele estava ficando bem mais excitadinho, interrompi os amassos, era a hora de começar a diversão. Levantei-me e perguntei se tinha algo para beber, ele me indicou a localização das bebidas, vinho, de uma boa safra, vc sabe que adoro vinho. Pedi para ele subir para o quarto e deixar a porta aberta, para que eu soubesse exatamente onde ficava.  Peguei duas taças, coloquei uma dose em cada uma, e um pó mágico na taça dele, fui para o quarto e dei-lhe a taça, ele bebeu, e em dois, três minutos a bebida batizada começou a fazer efeito. É incrível ver como ainda existem pessoas inocentes que se acham espertas.
Quando ele acordou, já estava amarrado na cama, e sem roupas, e eu, eu bebia tranquilamente o vinho, sentada em uma poltrona, enquanto contemplava aquele belo rapaz, meio confuso, mas, ainda crente que iria se divertir comigo, na verdade ele iria, ou não, só sei que para mim, seria divertido.
Eu lhe disse: Ora, ora, meu belo adormecido acordou, chamei uma amiga para brincar com a gente, se não se incomodar é claro. Ele sorriu, apesar de meio atordoado e perguntou qual o nome da minha amiga, pediu para que eu mandasse ela entrar, bom, eu falei que o nome dela era Dorothy (sim, o nome da personagem do Mágico de Oz, vc sabe que sou meio poética), e mostrei-lhe uma faca, aquela que comprei à tempos atrás, estilo militar, feita de aço inoxidável banhada a prata e blá, blá, blá, meu xodó.
 A expressão de malícia logo se desfez quando ele viu o que eu tinha nas mãos, e vendo a minha expressão, ele começou a se encolher na cama, tentava se soltar eu acho, e bem, parecia que iria se divertir tanto quanto eu.
Primeiro um corte leve nos braços, ele gritou e eu sorri... Continue a fazer minha bela obra artística em seu corpo, ele gritava cada vez mais, acho que estava adorando tanto quanto eu aquele momento, eu estava excitadíssima, fiquei um bom tempo naquilo, até que comecei a enjoar, toda brincadeira cansa, então, peguei uma vela, acendi e esquentei a faca na vela, tocava a pele dele, que chiava e se encolhia, fazendo bolhas instantâneas que se abriam em ferimentos, ele já não gritava mais, apenas me olhava com uma expressão que não consegui identificar, depois que seu corpo inteiro já estava marcado, quer dizer, quase inteiro,

Até mais meu bem! Beijos, beijos!