terça-feira, 13 de junho de 2017

Sobre cartas

Estava a conversar com amigos sobre cartas e mensagens de suicídio.
É um clichê alguém deixar cartas de despedida, mas, por outro lado, é bom poder se despedir. Tanta gente morre sem ao menos ter tido a chance de dizer adeus. Sem ter tido a chance de falar como se sentia, tudo o que sentia, sem ter tirado as máscaras.
Não, não pretendo cometer suicídio, mas, a ideia de simplesmente morrer sem dizer tudo que há dentro de mim, ou ao menos sem tentar dizer, me é assustadora. Aterroriza-me, arrepia-me até o último pelo do corpo. Portanto, vez ou outra escreverei cartas.
Não, não serão cartas de despedidas, serão cartas de sentimentos, cartas da verdade. De mim, para as pessoas que fizeram/fazem parte da minha vida. De mim para você, talvez.

Sobre o amor, de novo!

O amor é lindo!
Sim, não é por que não tenho ninguém que direi o contrário. Eu sempre fui defensora convicta do amor, mas, eu não conheço o amor (entenda por amor o quiser entender). Eu conheço a dor, a solidão, o medo e até as borboletas no estômago, mas, não conheço o amor, não conheço mas, ainda assim dele sou fã.
O amor, ah, o amor! É complexo, irônico, traiçoeiro, sorrateiro e lindo. Por que se dói, se machuca, se faz sofrer, se você pode viver sem, não é amor nenhum.